O estatuto do aluno,
Pelo estatuo que está em vigor, o aluno (até ao 9ºano) que ultrapassasse o limite de faltas injustificadas fica sujeito a uma de duas penalizações;
1 – A retenção no mesmo ano de escolaridade; salvo decisão em contrário do Conselho pedagógico.
2 – Exclusão da escola, ficando impedido de a frequentar até ao final desse ano lectivo.
Pelo novo estatuto os alunos ficavam livres da expulsão até ao 12º ano, e os casos mais graves de indisciplina seriam “punidos com uma transferência de escola”, este novo estatuto do aluno foi aprovado pela maioria dos deputados da A.R (P.S). Outra das curiosidades é que este estatuto não distingue um aluno que seja balda e um que falte por doença.
Já tínhamos apercebido que este governo vive para as estatísticas, mas assim é demais. Todo o jovem tem de ter o 12º Ano, isto sem a obrigatoriedade de frequentar. E esta obrigatoriedade tem dois vértices;
Obrigatoriedade de frequência, porque pode faltar que fazendo um exame passa.
Obrigatoriedade de frequência porque a escolaridade obrigatória é o 9º ano, o governo poupa assim um milhões de euros para os poder gastar em assessores ou em contratos adjudicados directamente, isto é, não havendo concurso público. Só falta, podermos enviar os testes de inglês ou outra disciplina, por fax ou E-mail. Mas já se lembraram disso, não é verdade?
E como é evidente há uma poupança na formação (só é necessário um professor, por turma). E o individuo que lecciona nem precisa de licenciado, bastando para que tal tire um Certificado de Aptidão Profissional (CAP).
Esta lei pelas últimas notícias foi alterada, agora os alunos podem chumbar por faltas por ordem do P.R, dizem as supostas más-línguas, pela ministra dizem os crentes. O mais grave disto terem legislado este estatuto com estas características.
“Alargar as oportunidades de aprendizagem ao longo da vida”; RVCC, ou o Reconhecimento e Validação e Certificação de competências, este formato de ensino, é mais uma medida de implementação do 12º ano, claro está, é mais uma medida para as estatísticas. Estes cursos são equivalentes ao 12º ano o que se torna uma injustiça para os alunos que frequentam este mesmo grau de ensino no recorrente e mesmo no diurno. Visto que as empresas não vão olhar especificamente para onde tirou o 12º mas se o tem, então nas câmaras vai ser uma maravilha, se já entravam quadros sem o 12º, agora ainda vai entrar mais visto que é facílimo tirá-lo, basta ir a um centro e passado 6 meses já tem o diploma. Para além disso não se aprende nada nesses cursos -, nem a escrever, matemática, ou mesmo filosofia. E o mais importante! O português médio não lê, então se não lê, como é que pode haver uma “aprendizagem”, com os jornais desportivos, ou os diários (estes menos mal, excepto se for para ler a parte de desporto, o que acontece na maioria dos casos). Se é uma validação de competências profissionais, não era melhor um curso profissional na sua área para que esse evoluísse, profissionalmente? Assim chega-se a conclusão que é mais uma medida para melhorar as estatísticas.
A filosofia outro ponto interessante. Este governo acabou com a filosofia, como entrada ao ensino superior, tencionando mesmo a acabar com ela no ensino secundário ou relegando-a para uma disciplina sem importância. E porquê? Visto esta disciplina ensinar/incentivar a questionar, para um governo com tiques ditatoriais é uma afronta. Esta disciplina também nos obriga a pensar por nós próprios, alargando os nossos horizontes.
No ensino básico, lecciona-se o inglês, aí está uma medida no mínimo esquisita. Os miúdos já têm dificuldade no português e acima de tudo na matemática, não seria melhor apostar em mais aulas destas disciplinas, para que os alunos entrassem mais preparados no ensino preparatório. E porquê o Inglês? Por ser uma língua mais falada, de futuro? Bem, mais falada é uma questão de moda, porque há não muito tempo atrás a língua de moda/chique era o francês, mas o francês ainda é um sinónimo de cultura. Com futuro? A língua com futuro vai ser o chinês, visto estes estarem a invadir-nos economicamente, e não falo só nas lojas de venda a retalho, mas sim na invasão a nível da macro economia.
Exames nacionais, se for verdade que alguns colegas meus afirmam, é muito grave. Como se sabe, os exames nacionais, especialmente a física, português, e matemática, têm maus resultados todos os anos. Isto dá que pensar! Se os exames nacionais são a avaliação que se faz de um aluno que percorreu o ensino secundário, e este tira maus resultados é porque…
1 – Não se preparou para os exames, não estudando.
2 – Não foi preparado para os exames pelos professores (também eles entraram pela via do facilitismo).
3 – O exame é extremamente difícil.
4 – Não percebem o conteúdo das perguntas (podendo levar o aluno a dizer que o exame é difícil).
Para todos estes pontos a resposta é a mesma; cabe ao ministério, aos professores e à escola preparar o aluno para o exame de acesso ao ensino superior, mas podia-se ir mais além, que era preparar este para o ensino superior. No ensino superior não existem manuais de apoio, o professor não vai repetir os apontamentos que se encontra a ditar, melhor, no ensino superior os professores não ditam apontamentos. Assim os alunos deveriam ser preparados no secundário para diminuir a clivagem existente entre os ensinos (superior e secundário).
“Haverá um único compêndio para cada ano ou classe das disciplinas de história, filosofia, …deste modo se apodera o estado de uma arma fundamental para imposição do seu ideário politico, criando uma história, uma filosofia única para sua expressão particular[1]”, quanto a uniformização dos manuais acha que está tudo dito. Se o ministério não quer que as famílias gastem muito dinheiro com os livros, que os "patrocinem",ora porra.
[1] Carvalho, Rómulo, Historia do Ensino em Portugal.
Thursday, February 28, 2008
Monday, February 25, 2008
Portugueses mais ricos acham que a saúde em Portugal melhorou e os mais pobres dizem que piorou.
Porque é que será?
Talvez devido ao facto de os mais ricos terem a possibilidade de serem tratados no privado! E destes proliferarem devido à completa alienação por parte do estado, na questão da saúde! Sim! Porque o objectivo do estado é que a saúde tenha lucro, livrando-se desse fardo.Ainda segundo este estudo 87% dos portugueses dizem que a qualidade da saúde é mais elevada do que nos países do leste europeu. Esta pergunta é típica de uma estatística. É extremamente falaciosa porque compara o SNS com os dos países de leste. Ora, para comparar, eu prefiro fazer esta com os países desenvolvidos, como por exemplo os países nórdicos, a Alemanha, a França, entre outros. Assim, e por comparação com outros países mais desenvolvidos, nós –, e utilizando um eufemismo -, Portugal não está evoluído como as estatísticas nos querem fazer parecer.
Porque é que será?
Talvez devido ao facto de os mais ricos terem a possibilidade de serem tratados no privado! E destes proliferarem devido à completa alienação por parte do estado, na questão da saúde! Sim! Porque o objectivo do estado é que a saúde tenha lucro, livrando-se desse fardo.Ainda segundo este estudo 87% dos portugueses dizem que a qualidade da saúde é mais elevada do que nos países do leste europeu. Esta pergunta é típica de uma estatística. É extremamente falaciosa porque compara o SNS com os dos países de leste. Ora, para comparar, eu prefiro fazer esta com os países desenvolvidos, como por exemplo os países nórdicos, a Alemanha, a França, entre outros. Assim, e por comparação com outros países mais desenvolvidos, nós –, e utilizando um eufemismo -, Portugal não está evoluído como as estatísticas nos querem fazer parecer.
Comentário ao novo Hospital Póvoa de Varzim/Vila de Conde
Antes de mais devo confessar que sou contra a abertura/construção do novo centro hospitalar. E estas são as minhas razoes;
1- O Hospital Pedro Hispano encontra-se a 15 minutos da Póvoa e Vila de Conde, sub aproveitado, e com recursos humanos e materiais, para resolver grande parte das urgências que possam surgir.
2- As urgências da Póvoa de Varzim –, podem ser aumentadas para o antigo quartel, ou melhor alguns serviços podem ser recolocados nesse espaço, criando assim melhores infra-estruturas para o atendimento. Isto em vez do centro comercial que irá ser construído nesse local.
3- Em vez da centralização de serviços, neste caso devia-se era descentralizar, ou seja, criar centros de atendimento nas freguesias, no mínimo dos mínimos, nas mais longínquas, especialmente em Vila de Conde, onde a distância percorrida até ao Hospital da cidade, demora tanto como ir ao Porto. Assim as pessoas mais de idade não precisavam de se deslocar ao centro da cidade, e esta é uma causa de entupimento nas urgências dos hospitais centrais, veja-se o caso mais recente de Aveiro, Faro, e outros como tais.
4- E talvez a principal razão; eu acho que nunca se irá construir o novo hospital porque temos de pagar os submarinos em 2009/10….
Agora vamos á notícia/s:
Os intervenientes;
Luís F. Menezes é o presidente do PSD, autarca da Câmara Municipal de Gaia, que está a concorrer com a Póvoa/Vila pelos erários públicos para a construção de um novo hospital. Este mesmo autarca concorreu para a liderança do PSD sendo o seu opositor Marques Mendes. Este último foi apoiado pelo nosso autarca, Macedo Vieira. Manuel Agonia, presidente da SAD Clipóvoa apoiante do PSD.
Bem, depois de ler o parágrafo acima, é muito fácil de se perceber que o novo Hospital nunca vai ser construído. E a razão é muito óbvia, Menezes se for eleito primeiro-ministro em 2009, vai dar preferência a construção do Hospital de Gaia, preferindo fazer um acordo com a Clipóvoa para a prestação de serviços de saúde aos poveiros.
E agora pergunto eu, partindo do princípio que Menezes vai ser líder do partido até 2009, no mínimo, não seria preferível avançar com as medidas citadas por mim? É que este hospital dá a entender que morreu antes de nascer. Há quinze anos que está para ser construído, e nunca há dinheiro. E em 2009/10 –, é quando se irá pagar os novos submarinos, 980 milhões de euros, 0,5% do PIB para pagar umas latas que andam debaixo de água (asneirada de Portas, mas muito interessante para o CDS). E os poveiros ainda acham que vão ter um novo Hospital?
Antes de mais devo confessar que sou contra a abertura/construção do novo centro hospitalar. E estas são as minhas razoes;
1- O Hospital Pedro Hispano encontra-se a 15 minutos da Póvoa e Vila de Conde, sub aproveitado, e com recursos humanos e materiais, para resolver grande parte das urgências que possam surgir.
2- As urgências da Póvoa de Varzim –, podem ser aumentadas para o antigo quartel, ou melhor alguns serviços podem ser recolocados nesse espaço, criando assim melhores infra-estruturas para o atendimento. Isto em vez do centro comercial que irá ser construído nesse local.
3- Em vez da centralização de serviços, neste caso devia-se era descentralizar, ou seja, criar centros de atendimento nas freguesias, no mínimo dos mínimos, nas mais longínquas, especialmente em Vila de Conde, onde a distância percorrida até ao Hospital da cidade, demora tanto como ir ao Porto. Assim as pessoas mais de idade não precisavam de se deslocar ao centro da cidade, e esta é uma causa de entupimento nas urgências dos hospitais centrais, veja-se o caso mais recente de Aveiro, Faro, e outros como tais.
4- E talvez a principal razão; eu acho que nunca se irá construir o novo hospital porque temos de pagar os submarinos em 2009/10….
Agora vamos á notícia/s:
Os intervenientes;
Luís F. Menezes é o presidente do PSD, autarca da Câmara Municipal de Gaia, que está a concorrer com a Póvoa/Vila pelos erários públicos para a construção de um novo hospital. Este mesmo autarca concorreu para a liderança do PSD sendo o seu opositor Marques Mendes. Este último foi apoiado pelo nosso autarca, Macedo Vieira. Manuel Agonia, presidente da SAD Clipóvoa apoiante do PSD.
Bem, depois de ler o parágrafo acima, é muito fácil de se perceber que o novo Hospital nunca vai ser construído. E a razão é muito óbvia, Menezes se for eleito primeiro-ministro em 2009, vai dar preferência a construção do Hospital de Gaia, preferindo fazer um acordo com a Clipóvoa para a prestação de serviços de saúde aos poveiros.
E agora pergunto eu, partindo do princípio que Menezes vai ser líder do partido até 2009, no mínimo, não seria preferível avançar com as medidas citadas por mim? É que este hospital dá a entender que morreu antes de nascer. Há quinze anos que está para ser construído, e nunca há dinheiro. E em 2009/10 –, é quando se irá pagar os novos submarinos, 980 milhões de euros, 0,5% do PIB para pagar umas latas que andam debaixo de água (asneirada de Portas, mas muito interessante para o CDS). E os poveiros ainda acham que vão ter um novo Hospital?
Sociedade....
Blindados metem água
Pode ser estranho um artigo sobre viaturas militares encontrarem-se num dossier sobre saúde, mas em virtude dos "nossos" actuais governantes apelarem à sustentabilidade; da segurança social, e mais concretamente da saúde este artigo passa a ser de extrema importância neste dossier.
Os Pandures eram soldados de infantaria irregular integrados no Exército Austro-Húngaro durante o séc. XVIII. Os Pandures estavam organizados e treinados para conduzirem acções de guerrilha e combaterem em ordem dispersa. Por influência austríaca, alguns outros exércitos da Europa Central criaram unidades de Pandures.
A denominação Pandur foi utilizada para baptizar um blindado de origem austríaca, fabricado pela Steyr.
O Pandur II 6x6 e 8x8 é uma família de veículos de transporte blindados desenvolvida pela empresa austríaca, Steyr-Daimler-Puch, uma nova variante do Pandur. Em Novembro de 2003, a General Dynamics ficou com o controlo da Steyr-Daimler-Puch, que faz parte da General Dynamics European Land Combat Systems, juntamente com a MOWAG da Suíça e General Dynamics, Santa Barbara Sistemas (GDSBS) de Espanha.
Este veículo a partir de 2007 começou a ser fabricado em Portugal.
Outras versões do Pandur II 6x6 e 8x8 incluem uma configuração para um veículo de comando, um veículo blindado anfíbio, um carregador de um sistema anti-tanque teleguiado, um posto de observação avançado, uma ambulância de campo e um veículo de treino.
As viaturas blindadas de rodas (VBR), Pandur II 8*8
Contrato com Portugal; 260 viaturas a um preço unitário de aproximadamente de 1,4 milhões de euros, o valor total do contrato é de 364,211 milhões de euros.
Segundo este artigo do semanário sol e de acorda com as fontes citadas por este, os blindados são um poço de problemas.
As VBR para a marinha que serão ANFÍBIOS;
- Metem água
- São muito pesadas para a flutuação.
- Para o exercito;
- Atascam
- No relatório do exército chumbaram “por não cumprir os requisitos técnicos essenciais”
- Portugal é o único país em todo mundo disposto a comprar viaturas protótipo sem nunca serem testadas em guerra.
Comparação com a republica checa.
A república checa esteve para comprar estas mesmas viaturas, – contrato no valor de 800 milhões de euros, mas detectaram alguns problemas de engenharia, de falta de cumprimento dos prazos de entrega e cancelaram o contrato.
Aviões F-16 (segunda noticia)
- Valor aproximado de cada avião, 20 milhões de euros
- Número de aviões encaixotados 12 segundo o semanário Sol.
- Valor “encaixotado” 240 milhões de euros.
Bem em nome da sustentabilidade, não da saúde, não da segurança social, mas sim do PAÍS, os “nossos” governantes andam a gastar em demasia. Ou será, que há mais qualquer coisa por de trás destas compras, como escrever isto…. Parvas.
Corta-se na saúde para se gastar, em armamento, e ainda por cima com defeitos, e comprado em exagero, caso dos F-16.
A empresa ultrapassa todas as datas limites de entrega, e quando entrega tem defeito a nível de engenharia, e não se faz nada????? Mas fecham urgências, maternidades, e aumentam a idade da reforma!!! Em nome da poupança!!!! Para gastar em brinquedos caros e que funcionam mal…
Não parece que há corrupção?
E a saúde dos portugueses? E a qualidade de vida dos portugueses?
Blindados metem água
Pode ser estranho um artigo sobre viaturas militares encontrarem-se num dossier sobre saúde, mas em virtude dos "nossos" actuais governantes apelarem à sustentabilidade; da segurança social, e mais concretamente da saúde este artigo passa a ser de extrema importância neste dossier.
Os Pandures eram soldados de infantaria irregular integrados no Exército Austro-Húngaro durante o séc. XVIII. Os Pandures estavam organizados e treinados para conduzirem acções de guerrilha e combaterem em ordem dispersa. Por influência austríaca, alguns outros exércitos da Europa Central criaram unidades de Pandures.
A denominação Pandur foi utilizada para baptizar um blindado de origem austríaca, fabricado pela Steyr.
O Pandur II 6x6 e 8x8 é uma família de veículos de transporte blindados desenvolvida pela empresa austríaca, Steyr-Daimler-Puch, uma nova variante do Pandur. Em Novembro de 2003, a General Dynamics ficou com o controlo da Steyr-Daimler-Puch, que faz parte da General Dynamics European Land Combat Systems, juntamente com a MOWAG da Suíça e General Dynamics, Santa Barbara Sistemas (GDSBS) de Espanha.
Este veículo a partir de 2007 começou a ser fabricado em Portugal.
Outras versões do Pandur II 6x6 e 8x8 incluem uma configuração para um veículo de comando, um veículo blindado anfíbio, um carregador de um sistema anti-tanque teleguiado, um posto de observação avançado, uma ambulância de campo e um veículo de treino.
As viaturas blindadas de rodas (VBR), Pandur II 8*8
Contrato com Portugal; 260 viaturas a um preço unitário de aproximadamente de 1,4 milhões de euros, o valor total do contrato é de 364,211 milhões de euros.
Segundo este artigo do semanário sol e de acorda com as fontes citadas por este, os blindados são um poço de problemas.
As VBR para a marinha que serão ANFÍBIOS;
- Metem água
- São muito pesadas para a flutuação.
- Para o exercito;
- Atascam
- No relatório do exército chumbaram “por não cumprir os requisitos técnicos essenciais”
- Portugal é o único país em todo mundo disposto a comprar viaturas protótipo sem nunca serem testadas em guerra.
Comparação com a republica checa.
A república checa esteve para comprar estas mesmas viaturas, – contrato no valor de 800 milhões de euros, mas detectaram alguns problemas de engenharia, de falta de cumprimento dos prazos de entrega e cancelaram o contrato.
Aviões F-16 (segunda noticia)
- Valor aproximado de cada avião, 20 milhões de euros
- Número de aviões encaixotados 12 segundo o semanário Sol.
- Valor “encaixotado” 240 milhões de euros.
Bem em nome da sustentabilidade, não da saúde, não da segurança social, mas sim do PAÍS, os “nossos” governantes andam a gastar em demasia. Ou será, que há mais qualquer coisa por de trás destas compras, como escrever isto…. Parvas.
Corta-se na saúde para se gastar, em armamento, e ainda por cima com defeitos, e comprado em exagero, caso dos F-16.
A empresa ultrapassa todas as datas limites de entrega, e quando entrega tem defeito a nível de engenharia, e não se faz nada????? Mas fecham urgências, maternidades, e aumentam a idade da reforma!!! Em nome da poupança!!!! Para gastar em brinquedos caros e que funcionam mal…
Não parece que há corrupção?
E a saúde dos portugueses? E a qualidade de vida dos portugueses?
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