Sociedade....
Blindados metem água
Pode ser estranho um artigo sobre viaturas militares encontrarem-se num dossier sobre saúde, mas em virtude dos "nossos" actuais governantes apelarem à sustentabilidade; da segurança social, e mais concretamente da saúde este artigo passa a ser de extrema importância neste dossier.
Os Pandures eram soldados de infantaria irregular integrados no Exército Austro-Húngaro durante o séc. XVIII. Os Pandures estavam organizados e treinados para conduzirem acções de guerrilha e combaterem em ordem dispersa. Por influência austríaca, alguns outros exércitos da Europa Central criaram unidades de Pandures.
A denominação Pandur foi utilizada para baptizar um blindado de origem austríaca, fabricado pela Steyr.
O Pandur II 6x6 e 8x8 é uma família de veículos de transporte blindados desenvolvida pela empresa austríaca, Steyr-Daimler-Puch, uma nova variante do Pandur. Em Novembro de 2003, a General Dynamics ficou com o controlo da Steyr-Daimler-Puch, que faz parte da General Dynamics European Land Combat Systems, juntamente com a MOWAG da Suíça e General Dynamics, Santa Barbara Sistemas (GDSBS) de Espanha.
Este veículo a partir de 2007 começou a ser fabricado em Portugal.
Outras versões do Pandur II 6x6 e 8x8 incluem uma configuração para um veículo de comando, um veículo blindado anfíbio, um carregador de um sistema anti-tanque teleguiado, um posto de observação avançado, uma ambulância de campo e um veículo de treino.
As viaturas blindadas de rodas (VBR), Pandur II 8*8
Contrato com Portugal; 260 viaturas a um preço unitário de aproximadamente de 1,4 milhões de euros, o valor total do contrato é de 364,211 milhões de euros.
Segundo este artigo do semanário sol e de acorda com as fontes citadas por este, os blindados são um poço de problemas.
As VBR para a marinha que serão ANFÍBIOS;
- Metem água
- São muito pesadas para a flutuação.
- Para o exercito;
- Atascam
- No relatório do exército chumbaram “por não cumprir os requisitos técnicos essenciais”
- Portugal é o único país em todo mundo disposto a comprar viaturas protótipo sem nunca serem testadas em guerra.
Comparação com a republica checa.
A república checa esteve para comprar estas mesmas viaturas, – contrato no valor de 800 milhões de euros, mas detectaram alguns problemas de engenharia, de falta de cumprimento dos prazos de entrega e cancelaram o contrato.
Aviões F-16 (segunda noticia)
- Valor aproximado de cada avião, 20 milhões de euros
- Número de aviões encaixotados 12 segundo o semanário Sol.
- Valor “encaixotado” 240 milhões de euros.
Bem em nome da sustentabilidade, não da saúde, não da segurança social, mas sim do PAÍS, os “nossos” governantes andam a gastar em demasia. Ou será, que há mais qualquer coisa por de trás destas compras, como escrever isto…. Parvas.
Corta-se na saúde para se gastar, em armamento, e ainda por cima com defeitos, e comprado em exagero, caso dos F-16.
A empresa ultrapassa todas as datas limites de entrega, e quando entrega tem defeito a nível de engenharia, e não se faz nada????? Mas fecham urgências, maternidades, e aumentam a idade da reforma!!! Em nome da poupança!!!! Para gastar em brinquedos caros e que funcionam mal…
Não parece que há corrupção?
E a saúde dos portugueses? E a qualidade de vida dos portugueses?
Monday, February 25, 2008
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